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Sou uma apaixonada pela vida, sem limites pra sonhar...
Sou determinada, e adoro as coisas simples da vida... Não gosto de nada mal resolvido, sou preto no branco,o cinza não me convence...Sou sincera e verdadeira e só gosto de me relacionar com gente assim...
Pessoas, que como eu, tem atitude pra mudar o que não está bom, não se conforma, nem se acomoda com o mais ou menos....Ou está bom, ou a gente faz ficar.
A FELICIDADE ESTA EM NOSSAS MÃOS E DE MAIS NINGUEM.
POR ISSO ACORDA MENINA.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

PEÇA "TRIBOS"

Peça "Tribos"
"Comédia perversa" é como o ator Antônio Fagundes sintetiza a temática da peça "Tribos", que estreia em São Paulo no dia 14 de setembro de 2013. 
O texto original, escrito pela dramaturga inglesa Nina Raine, encantou Bruno Fagundes, filho de Antônio e produtor da inédita montagem brasileira.

"Vi (o espetáculo) em setembro do ano passado em Nova York e enlouqueci. Me deslumbrei com esse universo novo e, desde então, quero contar essa história", disse Bruno. Na peça, Billy (Bruno Fagundes) é um rapaz surdo de nascença em uma família intelectualizada que não aceita, por orgulho e preconceito, a característica diferente do filho.

"Se você tirar o surdo e colocar qualquer outra pessoa, seja um negro ou um judeu, o texto seria a mesma coisa. Ser preconceituoso é ser surdo", sentencia Antônio Fagundes sobre o comportamento do núcleo familiar da peça.
Em "Tribos", Fagundes vive o papel de Christopher, o pai de família que ainda precisa lidar com as demandas de Daniel (Guilherme Magon), filho que sofre de esquizofrenia, e as frustrações de Ruth (Maíra Dvorek), filha que gostaria de ser cantora lírica.

A família ensina Billy a falar e fazer leitura labial como se quisesse se convencer de que o jovem não é surdo. Ao conhecer Sylvia (Arieta Correa), uma jovem mulher prestes a ficar surda e que lhe ensina a linguagem de sinais, Billy descobre novas possibilidades de comunicação - ao mesmo tempo em que adquire densos problemas com a família que o criou para negar a própria surdez.

A mãe Beth (Eliete Cigaarini) é uma das personagens que mais sente os efeitos da presença de Sylvia e o consequente contato de Billy com sua realidade de deficiente auditivo. "Quando a Sylvia chega e traz a linguagem de sinais, tudo desmorona para a mãe, é como se ela tivesse errado. Ela não enxerga a realidade e é surda de uma certa maneira", analisa Eliete.

A direção é de Ulysses Cruz, que acredita na modernidade e bom humor do texto para discutir o assunto com fluidez. "É uma família que reflete o século XXI e resume onde estamos. É uma peça muito divertida e que tem coragem de rir de si própria."


Antônio Fagundes sobre  Tribos", sua nova peça: "Ser preconceituoso é ser surdo"

foto: divulgação

fonte:
http://www.parceria6.com.br/release-eliete-tribos.html