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Sou uma apaixonada pela vida, sem limites pra sonhar...
Sou determinada, e adoro as coisas simples da vida... Não gosto de nada mal resolvido, sou preto no branco,o cinza não me convence...Sou sincera e verdadeira e só gosto de me relacionar com gente assim...
Pessoas, que como eu, tem atitude pra mudar o que não está bom, não se conforma, nem se acomoda com o mais ou menos....Ou está bom, ou a gente faz ficar.
A FELICIDADE ESTA EM NOSSAS MÃOS E DE MAIS NINGUEM.
POR ISSO ACORDA MENINA.

sábado, 29 de junho de 2013

DISCURSO DA PRESIDENTE DA UNICA, ELIZABETH FARINA, POR OCASIÃO DA ABERTURA DO ETHANOL SUMMIT 2013

No dia 27 de junho,  no Grand Hyatt Hotel em São Paulo, a presidente da União da Indústria de Cana-de-Açucar (UNICA), Elizabeth Farina, disse em discurso na abertura do evento, ETHANOL SUMMIT 2013, que os destinos dos carros flex, as perspectivas da produção do etanol celulósico em escala comercial, a cooperação entre os países consumidores e produtores e as questões de natureza regulatória são os principais gargalos do setor sucroenergético. Para ela, o segmento precisa com urgência trabalhar no encaminhamento dessas prioridades.
Elizabeth Farina (à esq.) e a secretária de Agricultura de SP, Mônika Bergamaschi  

A executiva disse que quando pensamos no cenário de 2020, portanto daqui a sete anos, é possível enxergar, de um lado, uma oportunidade ímpar de mercado e, de outro, importantes desafios e responsabilidades para o setor. “Sete anos pode parecer um curto espaço de tempo quando constatamos que representa pouco mais do que um ciclo de produção da cana-de-açúcar e parece pouco também quando sabemos que é o tempo necessário entre a tomada de decisão de um investimento em uma nova unidade industrial e a sua plena maturação,” disse. Mas, para Beth Farina não é pouco tempo para um setor tão dinâmico como o sucroenergético.

A secretária Estadual da Agricultura, Mônika Bergamaschi, que representou o governador Geraldo Alckmin na abertura do Summit, enfatizou que a importância da cana-de-açúcar não se restringe a questões agrícolas, mas também à sustentabilidade do setor sucroenergético. “É por isso que entendemos que a redução do valor do ICMS sobre o etanol em São Paulo, há 10 anos, contribuiu de forma significativa para o aquecimento do setor no Estado e para investimentos em energia limpa e sustentável, uma prioridade para o mundo”.

Aliás, sobre investimentos, Wagner Bittencourt, vice-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), listou uma série de programas que o banco tem praticado no sentido de aquecer o segmento que já viveu momentos melhores e piores na última década. “A ideia é fazer com que o mercado como um todo seja beneficiado, a partir de iniciativas contínuas que passam pela pesquisa, por novas tecnologias e também por projetos ligados à melhoria da infraestrutura no País”, enfatiza. No entender de Bittencourt, sem boas estradas, ferrovias e etanolduto não há como conectar de forma eficiente e econômica o produtor ao resto da cadeia nacional e internacional.

Visão internacional

Deputada da União Europeia, pela Dinamarca, Britta Thomsen defendeu na abertura do Summit o etanol brasileiro como uma das soluções para a produção de energia limpa e renovável do mundo . “É preciso desmistificar a ideia, comum em parte da comunidade europeia, de que a cana brasileira é plantada na Amazônia e que com ela o País está perdendo espaço para a agricultura voltada para o alimento”. A parlamentar chegou a afirmar que sua visita ao Brasil tem sido muito útil para conhecer como, de fato, o etanol é plantado e produzido nas usinas. “O continente europeu tem discutido muitas questões ligadas ao setor sucroenergético e o Ethanol Summit é sem dúvida um momento importante para a compreensão real desse cenário internacional”, disse.

Por sua vez, Dennis Hankins, cônsul Geral dos Estados Unidos em São Paulo, elogiou os investimentos no etanol brasileiro e ressaltou que há anos os dois países têm firmado acordos de cooperação para pesquisa e desenvolvimento de novos negócios no setor.

Apoio do governo

Do lado brasileiro, Carlos Klink, secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e João Alberto Paixão Lages, secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura salientaram no Summit a preocupação do Governo Federal com o setor e com as medidas práticas que têm ajudado o segmento. Nesse sentido, a desoneração do setor e a mecanização foram destacadas pelos dois representantes. Os secretários também concordam que o país precisa continuar a investir nas próximas gerações do etanol, “a exemplo do celulósico”, destacado por Lages

foto: divulgação

SOBRE A UNICA
A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA – www.unica.com.br) é a entidade representativa das principais unidades produtoras de açúcar, etanol (álcool combustível) e bioeletricidade da região Centro-Sul do Brasil, principalmente do Estado de São Paulo. As usinas associadas à UNICA são responsáveis por mais de 50% da produção nacional de cana e 60% da produção de etanol. Na safra 2011/12, o Brasil produziu aproximadamente 500 milhões de toneladas de cana, matéria-prima utilizada para a produção de 31 milhões de toneladas de açúcar e 21 bilhões de litros de etanol.