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Sou uma apaixonada pela vida, sem limites pra sonhar...
Sou determinada, e adoro as coisas simples da vida... Não gosto de nada mal resolvido, sou preto no branco,o cinza não me convence...Sou sincera e verdadeira e só gosto de me relacionar com gente assim...
Pessoas, que como eu, tem atitude pra mudar o que não está bom, não se conforma, nem se acomoda com o mais ou menos....Ou está bom, ou a gente faz ficar.
A FELICIDADE ESTA EM NOSSAS MÃOS E DE MAIS NINGUEM.
POR ISSO ACORDA MENINA.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

EYLIA MEDICAMENTO PARA TRATAMENTO DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA A IDADE (DMRI)

A Bayer HealthCare Pharmaceuticals, convidou a imprensa brasileira, no dia 16 de abril,no Sheraton São Paulo WTC Hotel,em São Paulo, para lançamento do novo medicamento, para tratar a degeneração macular relacionado à idade, (DMRI), o Eylia.

Theo van der Loo, presidente da Bayer, esteve presente no lançamento do Eylia

lançamento Estima-se que a DMRI afete 30 milhões de pessoas em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a DMRI úmida, forma mais grave da doença,  afete 3 milhões de pessoas em todo o mundo, representando 8,7% de todos os casos de cegueira e 50% dos casos de cegueira em países industrializados. As projeções da OMS duplicam esta cifra para o ano de 2020, à medida que a população dos países industrializados envelheça.
A DMRI é uma doença associada ao envelhecimento que reduz gradualmente a visão central, afetando a nitidez, fixação das imagens e atrapalhando o cotidiano do portador da doença em atividades simples como: discar números, condução de veículos, ver televisão, subir ou descer escadas, leitura em geral e o reconhecimento de pessoas pelo rosto.
Segundo dr. Walter Takahashi, professor-associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e chefe do Serviço de Retina e Vítreo do Departamento de Oftalmologia da mesma Instituição, a DMRI leva até mesmo a depressão, “devido ao grau de dependência em que o paciente fica submetido”.


“Quem tem a visão normal não pode avaliar o impacto na qualidade de vida nas pessoas que sofrem com este problema de visão, basta fechar o olho por cinco minutos para sentir um pouco disso”, complementa o dr. Márcio Bittar Nehemy, professor titular de Oftalmologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e chefe do Instituto de Visão em Belo Horizonte.

SOBRE A DRMI

Não causa dor e sua progressão varia, avançando lenta ou rapidamente em um olho ou dois em pessoas com mais de 50 anos. Caracterizada pela perda da visão em central devido a deterioração gradual da mácula - parte do olho responsável pelo foco e que nos permite detalhes concretos.
Tem pré-disposição genética que é fortalecido por fatores de risco como: idade, tabagismo, dieta pobre em antioxidantes, obesidade e hipertensão arterial sistêmica.

A DRMI tem duas formas: a Seca (podendo representar 90% de todos os casos e considerado, em parte, com o envelhecimento do olho) e a Úmida (forma mais grave que se caracteriza por um crescimento anormal de vasos sanguíneos produzindo extravazamento de sangue ou fluido na mácula, onde 90% desses casos pode levar a Seca).
Apesar da falta de conhecimento, a doença afeta entre 25 e 30 milhões de pessoas no mundo e, de acordo com o dr. Marcos Pereira de Ávila - professor titular da Universidade Federal de Goiás e chefe do Departamento de Retina e Vítreo do Centro Brasileiro de Cirurgia dos Olhos (CBO),1.4 milhões de brasileiros já tem a doença, dos quais 140 mil a possuem na forma Úmida (agora tratável).

TRATAMENTO

 O produto impede a ligação da proteína VEGF aumentada na DMRI, com seu receptor específico, impedindo assim a continuidade da sinalização que promove o crescimento dos novos vasos sanguíneos, provocando a diminuição de fluido e sangramentos.
O tratamento é realizado através de drogas injetadas dentro do olho, bloqueando o crescimento de novos vasos na retina e diminuindo o edema e sangramento, salvando dessa forma a visão. Os especialistas afirmam que estas injeções duram 1/3 de segundo e são indolores, chegando a ser até imperceptíveis para alguns pacientes.
O lançamento reuniu os especialistas na área de retina em todo o Brasil

Eylia® foi aprovado no Brasil com o preço máximo ao consumidor de R$ 4.660,74 (ICMS 18%). O custo anual do tratamento com Eylia® dependerá da forma como o médico conduzir o tratamento com cada paciente. O medicamento pode ser adquirido somente com prescrição médica, de forma particular ou por meio de cobertura do plano de saúde. A disponibilização de um produto no Sistema Único de Saúde depende do interesse do governo em incluir tal produto no rol existente.

fotos:Sérgio Savarese