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Sou uma apaixonada pela vida, sem limites pra sonhar...
Sou determinada, e adoro as coisas simples da vida... Não gosto de nada mal resolvido, sou preto no branco,o cinza não me convence...Sou sincera e verdadeira e só gosto de me relacionar com gente assim...
Pessoas, que como eu, tem atitude pra mudar o que não está bom, não se conforma, nem se acomoda com o mais ou menos....Ou está bom, ou a gente faz ficar.
A FELICIDADE ESTA EM NOSSAS MÃOS E DE MAIS NINGUEM.
POR ISSO ACORDA MENINA.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

DIOR - 10 ANOS QUE REVOLUCIONARAM A MODA

Nesse ano, em maio, foi lançada uma exposição para celebrar o legado de Dior. A casa onde Christian Dior viveu durante sua infância em Granville, receberá a mostra Stars in Dior e estarão reunidos, vestidos, acessórios, fotografias e croquis exibindo o envolvimento do próprio estilista e da grife, além dos figurinos do cinema e roupas de estrelas que já brilharam nas telas (e fora delas).
A exposição vem na sequencia do lançamento do livro Dior Couture, de Patrick Demarchelier – lembra da Miranda Priestly, no filme O diabo veste Prada, solicitando inúmeras ligações para ele? – reúne uma compilação de fotos de todas as roupas guardadas desde que a grife foi criada, passando por seus sucessores: Yves Saint Laurent, Marc Bohan e John Galliano.
Depois de tudo isso, tinha como eu não fazer um post só para ele? Ainda mais sendo ele o estilista que marcou a moda dos anos 50, a década que o blog http://rafaelando.wordpress.com
está apresentando atualmente.

CHRISTIAN DIOR - 1905 - 1957
Filho de um rico industrial, que perdeu tudo com a quebra da bolsa de Nova York, em 1929. Enviou Dior para Paris, onde jovem passou a viver de seus desenhos de moda e de chapéus feitos para revistas.
Em 1947, Marcell Boussac, um industrial têxtil, patrocinou a abertura e sua Maison e Dior apresentou sua primeira coleção. Suas criações vem após anos de racionamento e seu estilo de corte e modelos apresentados representaram a extravagância, a vivacidade, a feminilidade, enfim, o oxigênio que todos ansiavam.

O NEW LOOK
Tudo na coleção de Dior era contrário à silhueta dos anos 40.
Além dos metros de tecido, as luvas e chapéus eram imprescindíveis ao novo look, toda a construção dessa nova elegância pediam acessórios que encareciam ainda mais o vestuário daqueles que desejassem estar na moda.
Os sapatos pesados, usados no período de guerra foram abandonados e a partir de 1953, o designer Roger Vivier*, desenhou e produziu os sapatos que se adequassem ao New Look de Dior.
Durante a guerra, as saias eram com pouco tecido, para ser mais exata, com até 68 cm de tecido. As saias de Dior eram amplas e geralmente pregueadas ou drapeadas, exigiam algo entre 10 e 25 metros, imaginam o esbanjamento de tecido que era um vestido de Dior.
Esse esbanjamento foi motivo de polêmica e alguns protestos, o que ajudou Dior a se tornar o mais influente estilista do mundo entre 1947 até 1957, ano de seu falecimento.
* Roger criou o salto-agulha, em 1954 e, em 1959 o salto-choque, encurvado para dentro, além do bico chato e quadrado, entre muitos outros.

 PROTESTO E PIQUETES
A volta por cima da beleza feminina fez a cabeça de mulheres célebres como Eva Perón, Grace Kelly e Marlene Dietrich.
Em Paris, algumas mulheres fizeram piquete na frente da Maison Dior, acusando o estilista de promover um retrocesso dos avanços e liberdade feminina, resgatando peças como cintas, anáguas, barbatanas e luvas. Esses eram elementos característicos do século passado! Dior foi acusado de machista e de transformar as mulheres em bonecas.
No entanto, o New Look foi uma febre, sendo refeito em diversas partes do mundo, servindo inclusive de inspiração para coleções do Brasil.

DEPOIS DO NEW LOOK
No ano de 1954, Dior inovou mais uma vez, ele mudou tudo com a apresentação da linha H (H de haricot vert, uma vagem comprida): busto para cima e cintura nos quadris, formando um H.
Em 1955, surgiu a linha Y que mostrava um corpo longo e com a parte superior mais pesada, além de golas grandes em forma de V. A linha A trouxe vestidos e saias que se abriam a partir do busto ou da cintura para formar os dois lados de um A.

MORTE PRECOCE
Com apenas 52 anos de idade, Dior sofre um ataque cardíaco fulminante e morre precocemente em 24 de outubro de 1957. Deixou um verdadeiro império do luxo, com 28 ateliês e 1.200 empregados.

 A GRIFE DIOR NA ATUALIDADE
A grife de Christian Dior sobreviveu ao seu criador e ainda hoje é sinônimo de luxo e sofisticação.
Desde 1997, o inglês John Galliano é quem estava à frente das criações da marca até 2011, quando foi detido em Paris, acusado de insultos antissemitas e foi então, demitido da marca francesa.
Bill Gayten, é o estilista que ocupa temporariamente o cargo, a quem diga que ele já assinou contrato para mais seis coleções.
Agora é aguardar os próximos passos dessa que é uma das maiores marcas da moda.

fotos: divulgação
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